CONARH 2010
Ago-23-2010
CONARH 2010 – Joaquim Lauria fala à ABRH TV sobre “O panorama da Terceirização no Brasil”
Clique aqui, e depois em Arquivo, e assista ao vídeo da entrevista concedida pelo Diretor Executivo do Grupo LET
Alexandre Peconick (texto) / Fotos: Reproduções do Vídeo da ABRH TV


Daniel Orlean ouve Joaquim Lauria

   Em um mercado com farta carência de mão de obra, qualificada ou não, aumenta muito a demanda das empresas por terceirizar seus serviços ou por adquirir pessoas por projetos. Esta tendência foi enfatizada por Joaquim Lauria, Diretor Executivo do Grupo LET Recursos Humanos em entrevista à recém criada ABRH TV, lançada durante a edição do CONARH 2010 – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas – ocorrido em São Paulo, capital, na última semana.

Respondendo às questões formuladas por Daniel Orlean, Diretor da Affero (empresa parceira da ABRH-Nacional para o projeto da ABRH TV – http://www2.abrh.tv.br/), Joaquim Lauria abordou os principais desafios, as expectativas e o quê os empresários que terceirizam parte de sua mão-de-obra precisam saber. O Grupo LET Recursos Humanos, empresa que em 2010 completou 10 anos, tem sob sua responsabilidade mais de 3000 pessoas terceirizadas em 42 diferentes empresas que solicitam periodicamente prestação de serviços.

“Precisamos transformar em qualidade aquilo que já ocorre em quantidade na Terceirização”,
diz Joaquim Lauria

Segundo Lauria, hoje é extremamente interessante a Terceirização, principalmente para empresas que abraçam projetos de médio e de longo prazo porque você (empresário) não tem nesse caso o “risco invisível” de ter que admitir todos os funcionários, recrutar, selecionar, cuidar da folha de pagamentos, demitir depois de quatro ou seis meses. Esta responsabilidade fica muito com as consultorias de Recursos Humanos. “Procuramos fazer da melhor forma possível e dependendo do perfil do profissional, após ele terminar um contrato como temporário (três meses, renovável por mais três) é possível reaproveitá-lo em outro produto, em outro projeto”, informa o Diretor Executivo do Grupo LET, consultoria que atua, por exemplo, com segmentos como hospitais, restaurantes, rede de televisão, hotéis, enfim mesclando de profissionais com perfis, por vezes, parecidos.

Durante a entrevista também foi colocado que o trabalho temporário é, mais do que nunca, uma grande porta para a efetivação também daqueles profissionais que mostram ter um “algo a mais”. A construção civil, segundo confirmou Lauria, é um segmento que começa a ampliar aceleradamente sua demanda por terceirização e contratação de mão de obra temporária.

E se um dos gargalos da Terceirização está na capacitação dos profissionais, o Grupo LET costuma montar oficinas para desenvolver expertise em algumas funções do mercado. Lauria explicou à ABRH TV como funciona, em geral uma oficina: “A primeira semana de trabalho corresponde a uma espécie de estágio interno para no momento em que tenha que partir para a prática do dia a dia não haja nenhum tipo de estranhamento ao trabalho. Em Telemarketing, por exemplo, não pegamos uma pessoa totalmente sem experiência e já a colocamos falar ao telefone com um cliente porque se fizermos assim ele vai sofrer muito com aquilo. Procuramos dar um curso que se divide em dois módulos: pela manhã vem a parte didática fornecida pelo Grupo LET e à tarde chamamos o cliente (ou empresa contratante) para que este explique como funciona o programa dele”, concluiu.

“A construção civil hoje cata operários como quem cata milho na rua”
Joaquim Lauria

Por outro lado, ainda há desafios a serem enfrentados, de acordo com o Diretor do Grupo LET. A Terceirização só tende a aumentar em termos quantitativos, mas há que se ter maior rigor quanto à qualidade, pois há ainda empresas que se dizem de “Terceirização”, mas que são meramente de “Alocação de mão de obra”, algo bem diferente. Além disso está o fato de que o “apagão” de mão de obra não é um fenômeno apenas brasileiro, mas mundial. “Trabalhamos com um grupo da América do Sul e com um grupo dos Estados Unidos e vemos que esse apagão de mão de obra não na América do Norte e na Europa a questão é muito mais grave do que aqui e não estamos falando apenas de profissionais de nível superior, mas sobretudo os de médio nível ou nível técnico; a construção civil hoje cata operários como quem cata milho na rua”, enfatizou Lauria na entrevista.

Assista na íntegra a entrevista de Joaquim Lauria e outras entrevistas com Gestores de Pessoas realizadas no CONARH ao acessar o endereço http://www2.abrh.tv.br/ .

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