ASSOCIATIVISMO
Fev-02-2009
ASSOCIATIVISMO e seus benefícios aos gestores de pessoas
Porque tanta gente tem buscado atividades em associações
Por Alexandre Peconick / Fotos: Site Sxc.hu

legenda: a união real de interesses de diferentes personalidades rende muito para cada uma delas

            Estar constantemente em contato com idéias e ideais diferentes dos seus em um mundo hoje globalizado - mas que precisa se livrar da “pasteurização do pensamento” - é decisivo para você se moldar como profissional moderno e cobiçado.

            Ser cobiçado, aliás, é fruto muito da qualidade de relações que se constrói por meio do ASSOCIATIVISMO. A milenar arte do ser humano de buscar se reunir em grupos nunca foi tão atual e vital para sua sobrevivência como hoje em dia.

            E quem se reúne em associações sabe que o quão mais diversificado for o perfil de formação e histórico profissional dos que ali estiverem mais rico será o aprendizado de idéias e práticas, bem como a vivência e consolidação de uma rede de contatos que a todo o momento lhe dá mais matéria prima para “saltos maiores’” na carreira. Não que o mundo e as funções sejam multifuncionais. Este fato talvez nem mais se discuta. O fato é que ao ter contato com a visão de mundo de alguém que tem valores distintos e usa ferramentas distintas, o ser humano treina sua capacidade de aderir e se adaptar a diferentes situações, além de aprender (e apreender) a ser flexível, não se colocando como “o dono da verdade”.

            Há no mercado associações para as mais diversas finalidades: de Recursos Humanos, Comercial, Industrial, Esportiva, Sindical, Patronal, entre muitas outras. O caminho ideal, se é que pode haver somente um, é o de estar associado a uma que preencha sua finalidade de construção pessoal e profissional – porque hoje não podemos mais dissociar o indivíduo do profissional.

             Para Rodrigo Campos, Sócio Diretor da Joll Saúde e Diretor de Relações com os Associados da ABRH-RJ, alguns associados, na prática, até aprimorarm seu auto-conhecimento, descobrindo por intermédio de informações absorvidas em evento da ABRH-RJ algum talento ou habilidade sua que desconhecia até aquele momento. A quantidade de informação e de situações distintas facilita este auto-conhecimento. “Algumas práticas de gestão já podiam ser informalmente exercidas pelo associado, mas de posse das informações obtidas em eventos este associado passa a ter condições de estruturar estas práticas, ou seja, permitir que elas se tornem processos”, revela Rodrigo, que é filho dói saudoso Luiz Carlos Campos, um ícone do Associativismo, que em duas gestão na ABRH-Rio e uma na ABRH Nacional mostrou de todas as formas como este termo pode ser amplo e útil a inúmeros profissionais.

            Rodrigo acrescenta ainda o fato de que normalmente as associações, como é o caso da ABRH-RJ (parceira do Grupo LET Recursos Humanos), são compostas por profissionais que vivem o dia a dia do mercado nas mais diferentes organizações. Mais do que isso, são pessoas que costumam fazer a diferença em cada decisão de tomam e em cada passo que empreendem. “E em uma associação estas pessoas costumam abraçar a causa de dividir seu conhecimento e sua capacidade colocando-os gratuitamente à disposição dos outros associados; em uma espécie de voluntariado”, analisa Campos. Muitos bate-papos em associações equivalem a leituras de livros.

Exemplos construtivos

            Todo ser humano tem necessidades e objetivos individuais e imediatistas, porém, muitos deles são comuns, e é neste raciocínio, que começa o foco deste artigo, voltado para uma reflexão sobre a importância do associativismo para se alcançar alvos comuns. O associativismo consiste basicamente, na união de pessoas em prol das mesmas metas, de forma organizada. Não é assim em nossa família? Na escola? No grupo de amigos? Nas Associações patronais ou de empregados?

            Em Marília, interior do Estado de São Paulo, temos exemplos muito claros de como o associativismo tem auxiliado no desenvolvimento da cidade e dos cidadãos. O Programa Empreender, que é uma iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Marília, Facesp e SEBRAE, criou núcleos setoriais nos mais diversos segmentos, onde empresas e profissionais que atuam no mesmo ramo, se reúnem periodicamente, para analisar as oportunidades a serem exploradas, bem como as deficiências que devem ser sanadas.

            Sob esta visão, estes seguimentos evoluíram na cidade, gerando redes de compras como é o caso do núcleo de materiais de construção (CONSTRUNOVA) e as atividades dos mecânicos, cabeleireiros, etc. Está claramente provado que a evolução e o crescimento das pessoas, bem como das empresas está ligado diretamente em visualizar o seu concorrente como um parceiro e não como um inimigo. O associativismo tem fortalecido inclusive a educação, pois é comum encontrar escolas constituídas de forma associativa por pais de alunos, que buscam maior qualidade e controle no ensino. Profissionais da área de saúde, objetivando redução de custos e melhoria na qualidade dos serviços prestados, têm optado pelo associativismo. O mesmo ocorre com a segurança, diversão, cultura, turismo, etc.

Algumas “normas” do Associativismo

            A convivência associativa exige das pessoas regras e comportamentos universais, na medida em que bens e costumes são compartilhados. Neste sentido, consensualmente, os direitos e deveres são iguais. Todavia, existem pessoas que colocam seus valores acima de tudo e de todos, acreditando que só suas verdades são verdadeiras.

            É improvável alguém que pense no termo “Associativismo”, que pede “associar” e não e “criar consenso” queira que todas as pessoas pensem da mesma maneira, rendam-se totalmente a uma liderança, de tal forma que abdiquem do direito de pensar, de ter posições próprias. Divergir faz parte de todo debate. Discutir e divergir é exercitar a democracia, mas é necessário em um associativismo saber perceber o momento certo para aceitar o pensamento majoritário.

            De acordo com boa parte dos profissionais que vivem o dia a dia do Associativismo parece estar claro que é primordial não confundir conduta obstinada com obsessiva. Os obstinados são portadores de coragem moral evidente, defendem com vigor suas posições, contudo não se esquecem de embasá-las em critérios racionais. Já os obsessivos são portadores de idéias fixas, manias, resultantes ou não de sentimentos recalcados, que dominam de maneira antipática e não construtiva, seus comportamentos.

            Em geral, boa parte das experiências em grupos de associações, mostram que esses “obsessivos” desperdiçam, quem sabe, uma inteligência privilegiada ou criativa, na medida em que se focam em mesquinharias ou teses menores, de caráter pessoal, esquecendo-se da visão macro dos problemas da associação, que seriam certamente enriquecidas com seus engajamentos. Eles passam ainda imagens negativas; quando na verdade pretendiam demonstrar algo mais “progressista”, do tipo “trabalhador incansável”, “eterno vigilante”. Na verdade, se colocam todas às vezes na contramão da história, são intransigentes.

            Quase sempre desconhecem o “feeling” das questões e, conseqüentemente, das decisões. Posicionam-se contrariamente a tudo, sem critério, mas na base do inconsciente ser contra, oposição.

            Quando participam de reuniões, o fazem com julgamentos preconcebidos, geralmente equivocados, ensejando intervenções descabidas ou fora de propósitos.
            Preferem a crítica à sugestão. Distorcem imagens positivas custosamente plantadas. Têm divergências pessoais, vingam-se na associação, esquecidos de que esta nada tem a ver com questões pessoais e também sairá perdendo.

            A lealdade é fundamental em qualquer parceria, a não ser que pensem como na fábula do escorpião e da rã. Ante a possibilidade de que morrer entre o fogo que ardia na floresta e o rio que se colocava a sua frente, ao avistar uma rã que iria nadar até a outra margem, fez-lhe um pedido: Leva-me até a outra margem nas tuas costas! A pobre rã respondeu: Mas és venenoso! O que o escorpião respondeu: Não tem problema. Se eu te picar, morrerei também.

            A rã aceitou. No meio da trajetória, sente uma terrível dor e exclama “não é possível, morremos juntos”, ao tempo que o escorpião aos gritos, respondeu-lhe: Desculpe-me, é a minha natureza!
Divergir faz parte de todo debate. Discutam e divirjam, é exercitar a democracia, mas acatem o pensamento majoritário.

Na Wikipédia


            A expressão associativismo designa, por um lado a prática social da criação e gestão das associações (organizações providas de autonomia e de órgãos de gestão democrática: assembleia geral, direcção, conselho fiscal) e, por outro lado, a apologia ou defesa dessa prática de associação, enquanto processo não lucrativo de livre organização de pessoas (os sócios) para a obtenção de finalidades comuns. O associativismo, enquanto forma de organização social, caracteriza-se pelo seu carácter, normalmente, de voluntariado, por reunião de dois ou mais indivíduos usado como instrumento da satisfação das necessidades individuais humanas (nas suas mais diversas manifestações).

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