Técnico de Segurança do Trabalho
Nov-10-2008
Técnico de Segurança do Trabalho
Conheça a importância de mais este serviço agregado que o Grupo LET oferece aos seus clientes sem qualquer custo adicional envolvido
Por Alexandre Peconick (texto e foto)

O cinto de segurança é equipamento mandatório para garantir sucesso de uma ação de campo
 

Desde janeiro deste ano o Grupo LET Recursos Humanos oferece aos seus clientes cuja demanda envolve certo risco aos seus colaboradores o suporte de um técnico de segurança do trabalho. O serviço tem rendido mais do que frutos esperados: em avaliações de profissionais das empresas, entre janeiro e novembro deste ano foram reduzidos sensivelmente casos de acidente e más condições de trabalho em empresas clientes do Grupo LET. São orientações valiosas sobre posturas corretas e seguras no trabalho sem custo adicional. Atualmente 48 clientes e cerca de 1300 colaboradores são beneficiados por este serviço.

Muitos outros podem, contudo, ainda, se perguntar: mas por que preciso de um técnico de segurança do trabalho?! O fato é que a segurança do trabalho é item cada vez mais vital nas organizações a fim de promover o bem-estar físico, social e mental do profissional.

E como atua o profissional de segurança do trabalho nesse sentido? Ele previne os acidentes por meio da conscientização do profissional, mas deve primordialmente fazer um acompanhamento da rotina de cada profissional, de suas tarefas. Um dia de conscientização não é tudo, até porque há uma questão cultural do funcionário achar que nada irá acontecer com ele. A filosofia do “se não aconteceu até hoje, por que é que vai acontecer?”, do profissional operacional ou a do “ah, eu estudei para isso, já sei tudo, não preciso que você me diga como é o meu trabalho”, do profissional de nível superior ainda imperam com intensidade em empresas dos mais diversos ramos de negócio. Essa resistência é um obstáculo a ser considerado, mas a ser superado pelo técnico de segurança do trabalho.

Contra dados concretos, porém, não há o que contestar. Diversas empresas brasileiras e multinacionais fizeram um levantamento no qual perceberam que boa parte do absenteísmo no trabalho se deve a condições, posturas, equipamento e ambientes inadequados de trabalho. Chegaram à conclusão de que o papel do técnico de segurança do trabalho, como um profissional abalizado para realizar treinamentos e palestras passaria a ser vital para a sobrevivência do próprio orçamento anual de suas organizações.

Vanessa de Paula da Cunha Silva, 25 anos, é a atual Técnica de Segurança do Trabalho do Grupo LET Recursos Humanos. Ela tem o 2º grau técnico em Segurança do Trabalho pela Escola Técnica Silva e Souza (concluído em 2006). Já trabalhou durante cinco anos em uma empresa de ônibus (começou em 2002) dando consultoria em um software de segurança do trabalho.

O técnico de segurança do trabalho atua mais intensamente com profissionais que trabalham em campo (externamente). Estes estão expostos a um risco maior. São riscos físicos, ergonômicos, químicos etc. No escritório o risco maior é o da geração de problemas de saúde por erros de postura e posições erradas de equipamentos como cadeira, monitor, teclado, iluminação. São riscos que afetam ossos, músculos, visão, ouvidos etc.

“Verifico que os profissionais fazem uma atividade, mas na verdade lhe pedem também muitas outras; já nos escritórios a minha preocupação com quem trabalha é mais postural”, admite Vanessa.

Um diferencial do técnico de segurança do trabalho do Grupo LET é o monitoramento diários das condições de trabalho dos terceirizados e temporários LET locados em clientes. “Pretendo reduzir mais ainda os riscos no trabalho aprimorando o mapeamento da situação de nossos funcionários”, planeja Vanessa.

Excelente interação com o cliente também é atalho para sucesso nos resultados

O técnico de segurança do Grupo LET troca informações valiosas com o técnico da segurança da empresa cliente porque estes são os que estão dia a dia com os colaboradores daquela empresa. A maioria dos funcionários terceirizados do Grupo LET também faz os cursos dos colaboradores daquela empresa. “Dou um suporte ao técnico de segurança local no monitoramento diário do terceirizado e temporário”, informa a técnica de segurança do Grupo LET.

Em seus treinamentos e palestras, Vanessa precisa usar sempre uma linguagem bem objetiva, com poucas e fortes palavras, pois em geral ela lida com funcionários operacionais que executam tarefas muito repetitivas e rápidas, ou seja, não podem perder tempo. “Conscientizo cada um mostrando a gravidade das conseqüências de doenças que eles podem adquirir se não tomarem os cuidados adequados. Há muitas doenças silenciosas que podem surgir em ambiente de trabalho, elas não são vistas, não se manifestam visivelmente e não trazem dores”, explica.

O que envolve o trabalho do técnico de segurança

A atuação do Técnico de Segurança do Trabalho já começa nos exames admissionais e os periódicos para saber se o novo colaborador está com algum problema de saúde relacionado ao trabalho e o exame demissional para checar se ele teve alguma doença ocupacional nesse período.

“Fazemos conscientização por meio de palestras, trabalhamos também com placas de sinalização de segurança em todo o ambiente de trabalho e temos também o plano de gestão de segurança do trabalho que inclui vários tipos de treinamentos, como combate a incêndio, a acidentes de trabalho e ergonomia no ambiente de trabalho”, conta Vanessa.

Antigamente o homem tinha que se adaptar às máquinas; hoje são as máquinas que precisam ser adaptadas ao conforto do ser humano no trabalho.

O técnico de segurança envolve uma atividade de visitas a áreas; observamos todas as condições de trabalho e participamos de reuniões mensais com a supervisão de cada frente de trabalho, porque eles vivem o dia a dia do funcionário e podem nos fazer uma avaliação mais precisa. Na visita técnica há uma observação das condições de risco do ambiente bem como atos inseguros e incorretos de alguns profissionais com relação às questões de segurança. Na visita técnica é gerado um laudo se for detectado alguma condição de risco ou ato inseguro para poder necessitar de um treinamento ou intervenção do cliente para fazer a modificação daquela condição de risco. Nas instalações do cliente o técnico de segurança do trabalho do Grupo LET só pode detectar, ou seja, só pode apontar para pontos de melhoria; jamais pode implementar algo, pois não tem nem autonomia para tal. Ele documenta pontos onde há problemas e sugere melhorias.

O técnico de segurança do trabalho do Grupo LET também tem a função de dar um suporte ao cliente para o aprimoramento de seu próprio sistema de gestão em segurança do trabalho; porque uns tem combate a incêndio, outros tem combate a ruído, outros têm primeiros socorros, dependendo da atividade econômica de cada um.

Recentemente aumentou nas empresas a percepção da importância do técnico de segurança do trabalho, não apenas porque isso dói menos no bolso no final do mês, mas porque também o Ministério do Trabalho está mais incisivo na fiscalização. Hoje os fiscalizadores atuam mais no intuito de instruir a uma empresa a cumprir a regulamentação. Quando uma empresa não é obrigada a ter um técnico de segurança do trabalho ela tem que contratar esse serviço. Existem empresas que dão este tipo de assistência em PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) e PCMSO (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional) e o médico do trabalho. Cada PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) vai traçar todo o risco daquela frente de trabalho. E dentro do PPRA há as sugestões de melhoria para aqueles riscos que o TST precisa estar monitorando passo a passo.

Atuando junto ao “cliente interno”: colaborador do Grupo LET

O técnico de segurança do trabalho também passará a ter importante atuação interna junto aos colaboradores e prestadores de serviço do Grupo LET de forma a aprimorar as condições de ergonomia – postura. Por isso, Vanessa já elabora projeto onde irá solicitar cadeiras com suporte de braço com regulagem de inclinação e altura e que o encosto vá até a parte lombar das costas; suporte para o monitor – o monitor precisa estar em um ângulo reto (90º) em relação aos olhos do profissional que o utiliza; apoio para o punho no teclado e no mouse e apoio para o descanso dos pés. São medidas que irão melhorar e MUITo as condições de trabalho de cerca de 70 profissionais entre matriz, escritórios e unidades de apoio.
Parecem detalhes simples, mas fazem muita diferença se considerarmos que serão usados por pessoas que trabalham oito horas ou mais na mesma posição fazendo esforços repetitivos.
“Devemos também investir nas pausas durante o trabalho. O ideal são pausas de 10 a 15 minutos de hora em hora ou de duas em duas horas para sair da posição de repouso, esticar dedos, braços e pernas. Ação esta com custo zero para a empresa. Problemas físicos no trabalho não são apenas gerados por estresse, mas muito surgem por posturas equivocadas”, explica Vanessa.

 
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