O aumento do número
de aeroportos atendidos, a criação de um seguro
específico para a perda e localização
bagagens, o atendimento especial às solicitações
e reclamações dos clientes, além da criação
de pacotes flexibilizados para empresas são as principais
novidades da PASSENGER CARD – empresa parceira do GRUPO
LET que vende seguros de viagem nos aeroportos – para
o ano de 2007.
Para o Diretor Administrativo da empresa,
Luiz Eduardo
Balthazar, viajar continua sendo um grande negócio
para qualquer passageiro, seja em rota nacional ou internacional.
O otimismo é o de um empresário cuja empresa
superou com capacidade e inteligência problemas como
os que tivemos em 2006 e prosseguem em 2007 da crise das empresas
aéreas ao caos dos aeroportos e controladores de vôos.
“Se você compra o sonho precisa saber que mesmo
dentro deste sonho pode haver o imprevisto”, alerta
Balthazar ao explicar em entrevista ao
SITE DO GRUPO LET
um dos porquês da importância vital de um seguro
de viagem.
Um dos criadores da PASSENGER CARD em maio de 2005, Balthazar
tem amplo know how em viagens, já tendo conhecido uma
vasta gama de localidade entre as Américas do Sul,
Norte, Europa e Ásia. Formado em Engenharia Civil (Santa
Úrsula – 1980), passou depois à área
financeira onde atuou por empresas de diversos setores antes
de chegar ao ramo do Turismo em 1991, onde gradativamente
foi se direcionando à área comercial adquirindo
importantes conhecimentos em vendas.
Quem acompanha as notícias deste site já conhece
a PASSENGER CARD. Aos que querem entender um pouco melhor
sobre a empresa antes de ler a entrevista abaixo recomendamos
um prévio click neste link referente a uma reportagem
que veiculamos em Agosto de 2006:
http://www.grupolet.com/noticias_20060821_Viajante.asp
.
SITE DO GRUPO LET – Você diria ao viajante
brasileiro que é seguro hoje em dia ele sair de casa,
pegar um avião e ir conhecer um lugar bem diferente
de sua cidade?
Luiz Eduardo Balthazar
– Claro que sim! Viajar, além do aspecto da diversão
e entretenimento, tem um outro aspecto cultural muito forte.
Você aprende com tudo e com todos durante o tempo todo.
Sempre é uma coisa muito positiva tomar contato com
outras culturas.
SITE DO GRUPO LET – Mesmo levando em conta o
lado prazeroso da viagem ocorrem inúmeros problemas
nesse ir e vir de passageiros. Quais foram os principais problemas
que os viajantes que adquiriram os seguros da Passenger Card
enfrentaram em 2006?
Luiz Eduardo Balthazar
– Sem dúvida o extravio de bagagem por causa
dessa questão dos aeroportos e da falta de estrutura
do setor aéreo. O potencial para surgir problemas é
gigantesco. Algumas empresas não têm controle
eletrônico de bagagem e há muitos vôos
que se entrelaçam em aeroportos de grande movimento.
SITE DO GRUPO LET – Muitos brasileiros quando
ouvem o termo “seguro disso” ou “seguro
daquilo” ficam desconfiados e acham que se trata de
um exagero ou de alguém querendo levar vantagem...
Luiz Eduardo Balthazar
– Sempre que você planejando uma viagem imagina
ter comprado um sonho e não uma dor de cabeça.
Então se você não tiver uma forma eficaz
de dizer ao cliente que apesar do sonho ele pode ter um “imprevisto”.
Tudo é uma questão de forma de abordagem do
problema.
SITE DO GRUPO LET – Antes de falarmos obre 2007
gostaria que você fizesse um balanço sobre o
que evoluiu nos negócios da PASSENGER CARD em 2006
Luiz Eduardo Balthazar
– Começamos as nossas atividades em maio de 2005
e naquele momento operávamos apenas no Aeroporto Tom
Jobim (Galeão – Rio de Janeiro – RJ). A
partir daí nós planejamos uma estratégia
de envolver também o Aeroporto de Guarulhos (São
Paulo –SP) porque Rio de Janeiro e São Paulo
congregam cerca de 95% do nosso público, que são
brasileiros viajando ao exterior. A empresa se desenvolveu
e abriu uma filial em São Paulo em julho de 2006. Hoje,
além da operação Rio -São Paulo
estamos finalizando planos para entrar no Aeroporto de Confins
(Belo Horizonte – MG) e Salgado Filho (Porto Alegre
– RS).
SITE DO GRUPO LET – A partir daí qual
passa a ser o foco em termos de operação?
Luiz Eduardo Balthazar
– Hoje temos como foco operar com uma plataforma que
tenha uma administração conjunta com a nossa
operação. Estamos também nos voltando
a partir de agora também para o segmento nacional (viagens
dentro do Brasil), porque antes só estávamos
voltados para o segmento internacional.