“O Pan Rio 2007 e a Copa América de Futebol nos mostram o quanto o trabalho em equipe é vital para o sucesso”
JULHO / 2007  
De Joaquim Lauria

Diretor Executivo do Grupo LET
 
Conseguir uma suada medalha em competição esportiva mesmo em uma competição “aparentemente” individual requer o esforço de um grupo de pessoas que trabalham harmonicamente. É o caso de um nadador, onde atuam o nutricionista, o preparador físico, o treinador, o psicólogo, o médico e, é claro, o próprio atleta. Neste Pan Rio 2007 vimos uma série de exemplos de que este trabalho de equipe é imprescindível para a alta performance. No caso das empresas é a mesma coisa. Não há mais organizações que consigam ter sustentabilidade se trabalhar apenas focos isolados, todos têm que trabalhar realmente em equipe.

Este é um tema que já se fala há muitos anos, é motivo de ampla discussão dentro das organizações, todos tentam colocar em prática o sucesso do trabalho em equipe, mas não são todos os que conseguem. Por isso também é muito importante a presença firme do líder que sabe formar a sua equipe, motivar a sua equipe e trazê-la para o sucesso do negócio.

No Pan 2007 estamos vendo isso de forma mais do que clara. Independente se o nosso atleta conquista o ouro, a prata ou o bronze, o trabalho da equipe fica evidente. A união de todos em torno do sucesso de um premia o trabalho de cada um. Na ginástica artística feminina a Daiane dos Santos, até então maior estrela de uma constelação, se machucou, mas não abandonou a equipe. Quando a Jade Barbosa se preparava para seu exercício, ela passava pó de magnésio nas barras, cuidando de detalhes para auxiliar a performance da colega de equipe. Foi notório o esforço que todas faziam para que uma alcançasse o melhor resultado final. Na natação e no remo as equipes também têm levado ao Brasil a resultados nunca antes alcançados.

Nas empresas se os colaboradores não tiverem o chamado “espírito de equipe” fica muito mais difícil de se levar as coisas em frente, de se dar o próximo passo em qualquer ação.
Outro ponto chave no trabalho em equipe é o de saber lidar com os problemas. Colaboradores de organizações precisam ter consciência de que é preciso dividir um problema com todos. Mesmo que determinados problemas possam parecer ter conotação individual eles irão, sem dúvida, afetar todo o rendimento da equipe. Então a solução deve ser buscada em conjunto. Com cinco ou seis cabeças pensando a solução vem com muito mais eficácia (rapidez + eficiência).

Penso que o trabalho em equipe tem ainda outra característica vital que é a de ensinar as pessoas a ter um alto grau de disciplina no que concerne em respeitar os outros. Porque não é somente a sua opinião que vale, mas a opinião da equipe inteira. E nós sabemos que uma das coisas mais difíceis para o ser humano é que a opinião dos outros tenha validade em cima da dele. E o trabalho em equipe exige este tipo de comportamento, ou seja, que você respeite, aceite e entenda a opinião dos demais. Cada um precisa entender que é um pedacinho do todo e que não é o “dono da verdade”. A boa equipe é aquela na qual todos assumem um eventual insucesso e todos participam de uma vitória. No Pan quando um atleta ganha uma medalha ele se confraterniza com todos os colegas. A disputa dele é individual, mas o trabalho é de equipe.

Quando as empresas têm alguma dificuldade em se colocar em prática o trabalho de equipe, em primeiro lugar é porque falta liderança, ou melhor, não existe a presença física do líder. E líder não no sentido de mandar, mas de orientar, ouvir e saber conduzir. Outro motivo que dificulta se colocar em prática o trabalho em equipe é o fato de ainda existirem profissionais que retém informação. Erroneamente estes acham que têm poder pelo fato de reter informação. O poder é você passar à frente, disseminar essa informação. Quanto mais informação útil você passar à equipe, mais forte você será. Os próprios grandes líderes do mercado sabem que nós somos 90% de transpiração e somente 10% de inspiração ou de talento. Se não suarmos a camisa e envolvermos a equipe não chegaremos ao resultado.

Um exemplo ideal desse 90% de transpiração foi o nosso futebol na recém encerrada Copa América - realizada na Venezuela. Diferentemente da Copa da Alemanha (2006) onde tínhamos excelentes astros que não formaram uma equipe, agora tínhamos pouquíssimos talentos, mas eles formaram uma grande equipe conduzida pelo seu líder Dunga. Ao contrário da nossa equipe, a Argentina tinha maior número de talentos, mas, ao menos contra o Brasil, não conseguiram formar uma equipe. Ás vezes o trabalho de equipe se sobrepõe ao conjunto de competências individuais. Boa parte dos brasileiros achava que aquele time não venceria a Argentina e, com a força do espírito de equipe, vencemos até com certa facilidade. Todos sabem que não são os melhores talentos individuais, mas já vimos que bem motivados, bem orientados e suando demais a camisa eles formam uma grande equipe e estes ingredientes conduzem ao sucesso
 


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